[orientação para superação]
O artigo que você vai ler, faz parte de uma série de relatos, experiências e estudos. O principal propósito é contribuir para que todos que identificam algum medo em si desejam eliminá-lo possam se inspirar a fim de encontrar a cura.
Você tem medo? De quê?
Basta apenas um dia pensando diferente que a revolução começa a acontecer. Que fascinante é esse misterioso universo da mente. Na busca constante da vitória sobre o medo, aprende-se que a cada momento é uma nova oportunidade de treinar as vontades, os pensamentos, as percepções e imaginações que temos ao longo do dia. É um combate contínuo, um novo estilo de vida pra ser adquirido.
O artigo que você vai ler, faz parte de uma série de relatos, experiências e estudos. O principal propósito é contribuir para que todos que identificam algum medo em si desejam eliminá-lo possam se inspirar a fim de encontrar a cura.
Você tem medo? De quê?
Basta apenas um dia pensando diferente que a revolução começa a acontecer. Que fascinante é esse misterioso universo da mente. Na busca constante da vitória sobre o medo, aprende-se que a cada momento é uma nova oportunidade de treinar as vontades, os pensamentos, as percepções e imaginações que temos ao longo do dia. É um combate contínuo, um novo estilo de vida pra ser adquirido.
Há algum tempo aprendi que o medo é a única e maior armadilha contra o sucesso de qualquer ser humano. MEDO significa: Minhas Emoções Detendo Oportunidades.
Quantas perdas sofremos simplesmente por nos deixar ser contaminados por ele. Por esta razão, estou definitivamente convicto que é preciso ter atitude e ousadia para superá-lo, a fim de reverter à situação, ser próspero e mais feliz.
Em minha percepção há duas diferentes manifestações do medo na vida de uma pessoa - sadio e o doentio. O primeiro existe em cada um de nós. O medo natural, que nos defende. É aquele que não nos alerta para o suspeito ou para arriscar o perigoso.
Este medo sadio produz cautela, atenção e nos mantém vivos. Um instinto divino que nos protege e devemos ser gratos por isso.
Em minha percepção há duas diferentes manifestações do medo na vida de uma pessoa - sadio e o doentio. O primeiro existe em cada um de nós. O medo natural, que nos defende. É aquele que não nos alerta para o suspeito ou para arriscar o perigoso.
Este medo sadio produz cautela, atenção e nos mantém vivos. Um instinto divino que nos protege e devemos ser gratos por isso.
Cientificamente, essa auto-defesa é estabelecida pelas amígdalas do cérebro, são pequenas estruturas em forma de amêndoa, situada dentro da região antero-inferior do lobo temporal, se interconecta com o hipocampo, os núcleos septais, a área pré-frontal e o núcleo dorso-medial do tálamo. Essas conexões, além de garantir um importante desempenho na mediação e controle das atividades emocionais de ordem maior, como amizade, amor e afeição, nas exteriorizações do humor atua principalmente, nos estados de medo, ira e na agressividade. A amígdala é fundamental para a auto-preservação, por ser o centro identificador do perigo, gerando medo e ansiedade e colocando-nos em situação de alerta, aprontando-se para se evadir ou lutar.
Para entender melhor sobre esse processo e os malefícios dos que possuem distúrbios relacionados, vale pesquisar os estudos neurológicos a respeito.
Ao contrário disso, o medo doentio se revela exatamente com a característica da palavra, é uma doença na mente, que influencia a alma e controla o corpo. É tão fatal a ponto de destruir gradativamente a vida de uma pessoa.
Como em todo tratamento, é preciso uma consulta, exames para diagnosticar as caraterísticas e razões pelas quais se obteve a doença, para então iniciar o tratamento para cura. É exatamente nesse momento que muitos não conseguem se desvencilhar, por não saber reagir ou por resistências. Deste modo muitos vivem na inércia do medo. Não os expõem, nem tampouco podem combatê-los. Como é sabido por muitos, a melhor forma de vencê-lo é enfrentando-o.
Antonio Cleber Zequetto
Consultor Comportamental
Especialista em Comunicação e Marketing Institucional
