por Aghata Zequetto, Frequentemente, nos auto sabotamos. Minamos a nossa própria felicidade. E pior: condicionamos o nosso sucesso ou fracasso aos outros e às circunstâncias em nossa volta. E assim, entregamos o rumo das nossas vidas ao acaso ou sorte. E como aprendi com o meu irmão Ayala, quando criança, melhor do que "boa sorte!" é "se esforçe!". Temos dificuldade em encarar isso, pois, a partir do momento que enxergamos dessa forma, vemos que nós somos totalmente responsáveis por aquilo que somos e a posição em que nós estamos. E dependendo de quem somos e de tal posição, isso pode doer muito. Mas como diz a máxima popular, o que não nos mata, nos faz mais fortes. Para ilustrar, gosto de pensar no grande exemplo de vida de Alcides do Nascimento Lins, 22 anos, filho de uma catadora de lixo, que passou em 1º lugar no vestibular para Biomedicina na Universidade Federal de Pernambuco há alguns anos. O rapaz, estudante de escola pública conquistou o que se...